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09/03/2017 às 19h22m

It’s only futebol (But I like it)

Faltava pouco para as 19h de ontem no horário brasileiro quando Sergi Roberto marcou, nos acréscimos, o gol da épica classificação do Barcelona às quartas de final da Liga dos Campeões da Europa. Pelos bares e botequins do Rio, uma verdadeira catarse tomou conta dos torcedores que, com olhos incrédulos e vidrados nas TVs, comemoravam a façanha catalã como se fosse de seus próprios times de coração. Na verdade, ali não havia paixão por um escudo. Mas, sim, pelo futebol e sua delícia de ser o que é.

Um pouquinho mais tarde, no Maracanã, mais de 60 mil rubro-negros ajudaram o Flamengo a fazer a sua melhor estreia da história em Libertadores. Mais que os 4 a 0 sobre o San Lorenzo, que não disputava uma partida oficial há 70 dias, o time começou sua caminhada na competição mais cobiçada entres os clubes sul-americanos credenciado como forte candidato a brigar pelo título. Enfim, o Flamengo achou um dono para sua cultuada camisa 10 (Diego) e um atacante agudo capaz de bagunçar as defesas adversárias: o colombiano Berrío.

A goleada rubro-negra serviu também para levantar o moral da equipe após a perda da Taça Guanabara para o Fluminense no último domingo. Sobre o último Fla-Flu, aliás, vale frisar que foi uma partida eletrizante, de tirar o fôlego. Um belo resgate aos bons tempos do futebol carioca e um tapa na cara daqueles que tentam acabar com a festa das torcidas divididas nos estádios do Rio. Apesar dos desmandos, da impunidade à violência e do Maracanã abandonado, o futebol carioca ainda resiste.

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