A camisa da vez na coluna Varal FutRio é a do Bayer Esporte Clube, agremiação da cidade de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A peça que integra a coleção de Cláudio Burger (@craburger) foi utilizada no ano de 1994, quando o clube participou da Divisão Intermediária (a primeira abaixo da elite) do Campeonato Carioca, sendo eliminado na segunda fase.

O Bayer foi fundado em 1º de junho de 1962 e está com 57 anos de idade. Foi criada a partir de uma empresa sediada em Belford Roxo. A estreia no profissionalismo aconteceu quase 30 anos mais tarde, quando participou da terceira divisão do Campeonato Carioca na temporada 1991.

Até 1995, o Bayer alternou entre participações nas divisões de acesso do Rio de Janeiro. Justamente em 95, foi vice do Módulo Intermediário, mas não obteve acesso à elite. Participou, no mesmo ano, da Série C do Brasileiro, mas a partir de 1996 se licenciou, não voltando mais às competições profissionais.

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A camisa da semana na coluna Varal FutRio é a do Centro Esportivo Arraial do Cabo, clube da Região dos Lagos fundado em 1994. A peça que integra a coleção de Cláudio Burger (@craburger) é justamente a primeira utilizada na história do Tubarão.

O Arraial do Cabo foi fundado pelo ex-árbitro Walquir Pimentel, em 2 de dezembro de 1994. Passou a participar de competições profissionais já no ano seguinte, quando figurou na terceira divisão do Rio de Janeiro.

O ápice do CEAC aconteceu em 2000, quando foi convidado a participar do chamado Módulo Extra do Campeonato Carioca, que dava acesso à primeira divisão. Na final, acabou derrotado pela Portuguesa da Ilha do Governador.

Na sequência de sua breve história, o Arraial oscilou entre participações de maior e menor protagonismo nas divisões intermediárias do futebol no Rio de Janeiro, chegando a se licenciar em algumas oportunidades.

Em 2016, teve os registros adquiridos por um grupo de investidores que rebatizaram a agremiação como Araruama Futebol Clube, mudando sede, uniforme, cores e todas as demais características do CEAC, atualmente extinto.

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A camisa histórica desta sexta-feira (11), pertence a um clube já extinto, que deu origem ao que hoje chamamos de Boavista S.C. Fundada no dia 14 de outubro de 1961, a agremiação de Saquarema teve rápida passagem pela elite do futebol carioca nos anos 90. Porém, na década seguinte, o clube passou por um período de inatividade, fato que acabou originando o surgimento de uma nova etapa.

No dia 10 de março de 2004, os investidores, Zé Luca e João Paulo, entraram em cena e assumiram o controle do clube. Porém, com a nova identidade: o Boavista Sport Club. Dois anos depois, a equipe já demonstrou força, ao derrotar o Macaé na final na Série B e subir para a primeira divisão. Estruturado, o Verdão de Bacaxá segue no principal cenário do território fluminense.

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A camisa histórica dessa vez também é pesada. É a do Olaria, na temporada de 1971, ano em que o clube encantou com um futebol brilhante dentro de campo. Mais do que o destaque com a bola no pé, a temporada marcou também uma mudança na camisa do time. Neste ano, o time da Bariri adotou um novo traje, deixando o mais que tradicional modelo com uma faixa horizontal na barriga, para utilizar um modelo listrado com as cores do time.

A estreia deste fardamento aconteceu em um empate da equipe no jogo contra o America, de Edu, sendo utilizado no segundo tempo daquela partida do Campeonato Carioca. Este estadual, por sinal, merece destaque já que o time foi o terceiro colocado na classificação, ficando atrás somente de Fluminense e Botafogo. Em campo o time contava com atletas como Aroldo, Miguel, Altivo, Alfinete, Afonsinho, Marco Antônio, Luís Carlos.

Uma curiosidade também marcou a temporada: a polêmica dos ingressos. A somatória das rendas dos jogos era critério para definir os participantes de um sorteio. Para o jogo contra o Flamengo, o Ponto Frio, patrocinador do Olaria, comprou todas as entradas e distribuiu em lojas, praças e colégios. Bangu e America protestaram e se recusaram a jogar, causando um WO duplo na partida entre eles. O Olaria conquistou a vaga no primeiro momento.

Mas, por decisão da CBD, (Confederação Brasileira de Desportos), na época, após um protesto do clube da Campos Salles, a regra foi alterada para apenas um convite da entidade, sendo assim, o America ficou com o lugar no Brasileirão.

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O Autor

Claudio Burger é fundador do site FutRio e colecionador de camisas de clubes de futebol. Por aqui, fará a exposição de camisas históricas de times do Rio de Janeiro, lembrando origem e feitos conquistados por eles.

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