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29/05/2014 às 19h07m

29 anos de uma tragédia que não merece ser esquecida

O desastre de Heysel foi uma das maiores desgraças do futebol europeu

Salve, galera. "A Cultura do Futebol", mais uma vez aqui no FutRio.net.

Hoje, nossa lembrança é ruim. É que há exatamente 29 anos, uma tragédia abalava o futebol europeu e manchava de sangue, para sempre, a história de um confronto que deveria acontecer apenas em campo. Em 29 de maio de 1985, aconteceu o desastre do Estádio de Heysel, em Bruxelas, na Bélgica. Torcedores da Juventus (ITA) e do Liverpool (ING) entraram em conflito nas arquibancadas e 39 pessoas morreram, a maioria italianos.

A tragédia ganhou proporções ainda maiores por ter acontecido em uma decisão de campeonato. E era a Copa dos Campeões Europeus, a atual Champions League. Um jogo esperado pelo público europeu, mas que acabou manchado pela selvageria de torcedores que estavam mais motivados em brigar do que em assistir ao futebol. Mas não foi apenas isso.

Por muito tempo, culpou-se os torcedores do Liverpool pela tragédia, que fez com que muitos fãs do lado italiano caíssem uns sobre os outros, na tentativa desesperada de escapar. No entanto, a pequena barreira de policiais que separava as torcidas e a fraca cerca de separação entre as mesmas foram erros de planejamento difíceis de aceitar. Especialmente porque muito se prometeu na semana do jogo - já que os "hooligans" ingleses eram considerados perigosos - e pouco foi feito efetivamente.

Para se ter ideia, os torcedores italianos que conseguiram deixar o estádio (o detalhe é que toda a tragédia aconteceu antes mesmo da bola rolar) passaram os 90 minutos da partida em confronto com a polícia. O fato é que foi um momento obscuro do futebl europeu. Não foi como em Hillsborough, em que quase cem pessoas morreram esmagadas por excesso de gente no estádio, culpa da falta de planejamento das autoridades.

Uma série de absurdos causou todos os problemas e os clubes ingleses pagaram um preço alto, ficando cinco anos longe dos torneios continentais. Às famílias italianas, perder tanta gente que foi a um jogo de futebol foi um castigo ainda mais elevado. O que era para ser mais um espetáculo do futebol, acabou se tornando uma das maiores carnificinas que esse esporte já viu. A lição ficou, que a gente não se esqueça dela nunca.

Em campo, deu Juventus. 1 a 0, gol de Platini.

Livro de cabeceira
Hoje, "O Jogo Bruto das Copas do Mundo", de Teixeira Heizer. O livro conta uma série de histórias narradas pelo jornalista, que viu de perto a maior parte dos Mundiais e relata as partidas mais renhidas de todas as Copas. Até porque não foram poucas, e muitas delas têm contextos bastante interessantes além do campo e bola.

Jogando por música
Com a Copa do Mundo chegando, vamos lembrar de uma instrumental. O tema do Mundial de 1998, com Dario G e seu "Carnaval de Paris".


Semana que vem, tem mais. Grande abraço!

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15/05/2014 às 18h08m

Comércio fechado... Greve ou feriado? Que nada, é Copa do Mundo!

Mundial vai ter mais feriado que época de Carnaval. Mas ninguém vai viajar...

Salve, galera. Mais uma vez com "A Cultura do Futebol", aqui no FutRio.net.

Sabe aquelas vezes em que se sai na rua, em pleno dia de semana, mas não se vê um lugar aberto? O hino do Bangu diz que são os jogos daquele clube, você pode pensar que é feriado ou mesmo uma greve geral - nestes tempos de manifestações. Mas quando isso começa a acontecer lá pelos idos de junho, é bom conferir se o ano em que você está é de Copa do Mundo. Faz todo sentido.

Em época de Copa, jogo do Brasil vira feriado. Isso é um dito popular, mas durante o Mundial do Brasil, isso vai realmente acontecer. E não precisa ser na cidade em que ele é realizado. A Seleção só virá ao Rio caso dispute à final, em 13 de julho, um domingo, mas os outros dias de partidas da Canarinho não serão de trabalho nas ruas das grandes cidades brasileiras.

Ao todo, no Rio, podem ser até seis dias (a não ser o domingo da final), mais dois dias de semana em partidas em que o Brasil não joga. Oito datas no geral. O mais curioso é que, no meio da Copa, haverá o feriadão de Corpus Christi, de 19 (quinta-feira) a 22 (domingo). Imagine você!

Seria o período ideal para qualquer um viajar. Mas, em época de Copa do Mundo, quem é que pensa em viajar? De qualquer forma, mesmo com tanto feriado, não é todo comérico que pára. Shoppings e bares irão aproveitar para faturar (ainda mais) com o movimento dos torcedores. Chegaram a cogitar uma greve dos fabricantes de bebidas e até frearam o aumento das mesmas para que só acontecesse depois da Copa. Ninguém é bobo, né...

Livro de cabeceira
Hoje, um livraço, literalmente. "O Brasil em todas as 19 Copas do Mundo" (Ed. Pontes Editores, 176 pgs.), de Geraldo Afonso Muzzi, conta com ricos detalhes as participações da Seleção Nacional em todos os Mundiais. Pra entrar no clima da Copa, é ideal.

Jogando por música
"Brasil está vazio na tarde de domingo...". É assim que esperamos que esteja em 13 de julho, mas que à noite todo mundo saia para comemorar mais um título mundial. O som de hoje é de Wilson Simonal, "Aqui é o País do Futebol":


Semana que vem, tem mais. Grande abraço!

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01/05/2014 às 19h56m

O que a música e os grandes craques da bola têm em comum?

Série mostra imagens de craques como se fossem capas de discos

Salve, galera. "A Cultura do Futebol", mais uma semana aqui no FutRio.net.

Futebol e música combinam e a gente sabe disso, mas nas últimas semanas eu encontrei uma coisa realmente bacana, que envolve perfeitamente essas duas coisas. Trata-se de uma série de imagens de jogadores que "viraram" capas de discos. Não, eles não lançaram necessariamente músicas para que isso acontecesse. É tudo obra de um norte-americano.

James Taylor - que não é o cantor - fez 24 imagens de grandes craques do futebol mundial ficarem parecendo grandes clássicos da música. Jogadores como Pelé, Zidane, Cruyff, Maradona, Beckenbauer e tantos outros acabaram parecendo nomes dignos de calçada da fama. De todo jeito, o que faziam era arte pura.

Vejamos alguns exemplos:

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Livro de cabeceira
"Maracanazo - Tragédias e epopeias de um estádio com alma" (Ed. Mauad X, 264 páginas) é a nossa publicação da semana. O comentarista Teixeira Heizer fala sobre as grandes decepções que o torcedor brasileiro já viveu nesse estádio, com um título que remete à histórica vitória uruguaia sobre o Brasil, em 1950.

Jogando por música
Já que a coluna é relativa à música, vamos com o maestro Júnior, craque do Mundial de 1982, com uma música cantada por ele mesmo e que foi sucesso naquela Copa do Mundo. "Voa, Canarinho" é o sucesso de hoje.


Semana que vem, tem mais. Abraço a todos.

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O Autor

Gabriel Andrezo é narrador, repórter e amante do esporte mais popular do mundo. Em "A Cultura do Futebol", aborda temas variados do cotidiano, aliados ao que acontece dentro das quatro linhas.

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