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Em 26/08/2016 às 21 h08

Junior Negão e Jorginho querem novos rumos para o Beach Soccer

Em evento em Copacabana, dupla quer retomar hegemonia do Brasil na modalidade


Autor: Redação FutRio / Foto: Arthur Machado

Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro foram um grande sucesso, com o Brasil quebrando o seu recorde de medalhas, mas o desempenho poderia ter sido melhor se um esporte tivesse sido incluído no quadro olímpico. Criado nas areias de Copacabana, o Futebol de Areia não conseguiu entrar nas Olimpíadas 2016. No evento "Encontro de Gerações, que aconteceu na tarde desta sexta (26), no posto três, em Copacabana e teve o apoio do Ministério do Esporte e do Governo Federal, o multi campeão, Junior Negão, um dos organizadores do evento, não escondeu sua tristeza pelo Beach Soccer não ter sido incluso nos jogos.
 
- Ficamos muito tristes porque o futebol de areia não esteve presente no calendário olímpico do Rio de Janeiro. Resolvemos fazer um dia de Beach Soccer neste período olímpico e está sendo legal reunir a galera da antiga, Junior, Claudio Adão, Robertinho, Jorginho, Edinho, eu... Estamos tentando voltar aos trilhos. Vamos retornar ao caminho dos grandes eventos para fazer o futebol de areia nacional crescer novamente - disse o ex-jogador.
 
Outro craque do Futebol de Areia, mas que ainda atua, Jorginho lamentou a falta de divulgação que o Beach Soccer teve no período de 2006 a 2010, mesmo com a modalidade já sendo comandada pela FIFA, e espera um recomeço do esporte no Brasil, para que o país volte a ser referência no mundo.
 
- Conseguimos muito rápido chegar a FIFA, mas o problema é que fomos muito mal comandados. De 2006 a 2010, continuamos ganhando campeonatos mundiais, mas não teve nada para que a modalidade fosse divulgada. A direção da antiga confederação praticamente arruinou o esporte no Brasil. Estamos tentando levantá-lo de novo, mas nesse tempo, perdemos a oportunidade de brigar para tornar o Futebol de Areia um esporte olímpico. Sabemos das dificuldades de ter vários países, tanto no masculino, quanto no feminino, mas acho que o Beach Soccer tinha condições de estar presente nas olimpíadas, pois é a cara do Rio de Janeiro, e ficamos muito tristes. Estamos tendo um recomeço e com uma união com o ministério do esporte, esperamos ter mais campeonatos no Brasil, para que surjam novos valores, para os atletas poderem viver do esporte, como nós mais antigos conseguimos viver - frisou o ex-camisa dez da seleção.
 
Hoje dirigente, já que há um mês preside a Federação de Futebol de Areia do Rio de Janeiro, Junior Negão, mesmo lamentando muito o Futebol de Areia não ter participado das Olimpíadas, afirmou que não é momento de ficar reclamando o que passou e sim de reerguer o esporte no Brasil.
 
- Foi uma derrota muito grande não ter o esporte nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. O começo de tudo foi em Copacabana, dentro da nossa casa, e não participamos. Mas não adianta ficar se lamentando, precisamos trabalhar e principalmente no Brasil, voltar a fazer as coisas certas. Muitos sumiram do esporte, parece que o Futebol de Areia no Brasil acabou - ressaltou.
 
Junior Negão chamou a atenção que em seu mandato a frente da Federação de Futebol de Areia do Rio de Janeiro, vai buscar fazer um grande Campeonato Carioca, aproveitando que os quatro clubes grandes estão investindo na modalidade.
 
- Não vamos resolver os problemas em um ano, mas com certeza estamos trabalhando para que tudo volte ao normal o mais rápido possível, para que a seleção volte a ser forte. Hoje sou presidente da federação do Rio de Janeiro e vou lutar muito para fazer um Campeonato Carioca. Temos os quatro times grandes apoiando e não podemos desperdiçar essa chance - relatou.
 
De 18 campeonatos mundiais disputados até hoje, o Brasil ganhou 13 e sediou 12, mas nas últimas três edições, não ganhou nenhum título e não organizou a competição nos últimos cinco mundiais. Para Jorginho, o Beach Soccer acontecer em outros países é benéfico para o esporte, mas criticou antigos dirigentes pela falta de títulos e por más gestões.
 
- Acho que o campeonato mundial correr o mundo é legal, mas o que falta no Brasil é organização. Estamos apostando que com a nova confederação isso vai acontecer. É preciso se organizar, correr atrás de parcerias, como essa com o ministério do esporte, para que possamos fazer competições. Não é possível termos quatro torneios ao ano, é meio covarde com quem trabalha com Beach Soccer. Hoje, os jogadores não vivem só do futebol de areia. Eles têm outro trabalho e o Beach Soccer fica em segundo plano. Tiveram muitas pessoas que ganharam dinheiro com o esporte, de maneira que não sabemos se foi a correta, mas que estão bem hoje, e o esporte mesmo, não viu a cor desse dinheiro. Quem está surgindo no futebol de areia agora, poderia estar em uma situação bem melhor. E não é o caso hoje - declarou.

Tags: Júnior Negão; Futebol de Areia; Beach Soccer

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