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Em 04/10/2016 às 13 h33

Marcelo Vianna crê em Série B consolidada e Série C próxima do ideal

Diretor de competições citou pontos que precisam ser melhorados em 2017


Autor: Gabriel Farias / Fotos: Agência FERJ, Bernardo Gleizer (NIFC) e Gabriel Farias (FutRio)

A festa de premiação das Séries B e C do Campeonato Carioca, realiza na última segunda-feira (3), na Barra da Tijuca, também foi uma ocasião para balanços e análises sobre as competições. Diretor de competições da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ), Marcelo Vianna destrinchou as duas divisões intermediárias do Rio de Janeiro e projetou alterações no futuro para que elas se tornem ainda mais atrativas. Com relação à Segundona, o dirigente acredita que não falta emoção no atual formato, que possui dois turnos e Triangular Final.

- A fórmula da Série B acredito que está bem próxima do ideal, com duas taças, duas finais e um Triangular Final. Posso dizer que estou convencido que é uma fórmula muito boa. A da Série C ainda precisa de alguns ajustes, mas também é uma fórmula boa, que está crescendo ano a ano e já vai para o terceiro ano em 2017. Lógico que vamos fazer alguns ajustes nela, mas é uma fórmula que me agrada muito - disse Vianna.

Especificamente sobre a Terceirona, Marcelo Vianna acredita que é preciso reavaliar principalmente as finais de turno, que possuem apenas valor simbólico para os participantes. Em 2015 e 2016, quando a medida passou a ser utilizada, os classificados foram a campo quase sempre com times mistos, evitando a perda de atletas por contusão e suspensão. As queixas dos cartolas também foram muitas com relação ao custo financeiro que um jogo sem objetivo acaba gerando.

- Quando coloquei que a Série C precisa de alguns ajustes, é justamente esse. Aquela final de taça onde os campeões não têm efetivamente nenhum ganho, precisamos melhorar. Que eles tenham algum ganho. A fórmula é essa, esse é o formato, com o Grupo C disputando o título já classificado e outros dois grupos disputando as outras duas vagas, mas precisamos fazer mudanças nesse sentido, com relação a essas finais que não agradam aos clubes. Esse ponto é que precisamos mudar para 2017 - adiantou.

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Presença de público é exaltada

Em anos anteriores era comum ver jogos das Séries B e C sendo realizados com portões fechados. Isso não foi visto em 2016, já que as duas competições contavam com a obrigatoriedade dos clubes em indicarem estádios que contassem com os laudos liberatórios para comercialização de ingressos. Medida que mereceu menção especial de Marcelo Vianna.

- Na verdade a gente sabe que ainda temos um longo caminho a percorrer para as competições chegarem ao nível que queremos. Mas acredito que ano após ano, de três, quatro anos para cá, temos conseguido melhorar muito os campeonatos da Série B e Série C. Já conseguimos a excelência de ter estádios com portões abertos e venda de ingressos, com torcedores assistindo todas as partidas do campeonato. A Série C teve implementado esse mesmo sistema esse ano. Sei que estamos longe do ideal, algumas equipes da Série C utilizaram o mesmo estádio, o que acaba ocasionando desgaste do gramado. Como coloquei no início da fala, ainda há um caminho a percorrer, mas há uma perspectiva muito boa que nos próximos anos os campeonatos fiquem ainda melhor - explicou o diretor de competições, projetando que até mesmo a valorização da Série A pode influenciar nos patamares inferiores.

- O campeonato da Série A atingiu um nível de contrato televisivo muito alto, bem próximo ao Campeonato Paulista, que em termos de número é o principal do Brasil. Isso vai trazer investimento paras as Séries B e C. A expectativa para 2017 e 2018 são de campeonatos muito atraentes que atraiam o torcedor a assistir as partidas com conforto e um bom espetáculo.

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Presidente também fica satisfeito

O mandatário da FERJ, Rubens Lopes Filho, também fez um balanço geral das Séries B e C, que segundo ele, prezaram pela seriedade e credibilidade. Rubinho lembrou até mesmo de tempos passados, quando as competições sequer terminavam, conforme suas palavras.

- Foi o que falei quando tive o uso da palavra para todos. Foi uma competição que em tempos não muito distantes às vezes nem acabava. Conseguimos resgatar a seriedade e credibilidade dessas duas competições. A Série B já está consolidada e a Série C ainda precisa de alguns ajustes principalmente pelas dificuldades que alguns clubes passam, que não conseguem chegar em seu final, perdem gás, perdem fôlego, puramente pelo aspecto financeiro.

Tags: Marcelo Vianna, Carioca Série B, Carioca Série C, FERJ

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