Em 14/11/2017 às 20 h44

Americano espera por calendário de 2018 para iniciar seu planejamento

Presidente Carlos Abreu revela que clube teve prejuízo após perder o acesso


Autor: Redação FutRio / Foto: Gabriel Farias (FutRio)

A temporada de 2018 ainda está por começar no Americano, mas é justamente a incerteza sobre quando começar os trabalhos que preocupa o clube. A diretoria do Alvinegro ainda espera uma postura por parte da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ) sobre quando começará a segunda divisão do Carioca do ano que vem para que possa, então, estimar uma data para o início dos treinos. Por enquanto, tudo no clube segue em compasso de espera.

Em entrevista ao site Esporte Campos, o presidente do Americano, Carlos Abreu, falou sobre como deve ser o trabalho na próxima temporada. Ele admitiu que o momento é de reestruturação, não só por muitos objetivos de 2017 não terem sido alcançados, já que o time perdeu a Copa Rio nos pênaltis para o Boavista e ainda deixou de voltar à elite do Estadual ao ser eliminado pelo eterno rival, Goytacaz. Mas as semanas de incerteza até a divulgação do calendário também são razão para criar uma expectativa ainda maior.

– Estamos reestruturando o futebol. Com a saída do Luciano Viana, o diretor de futebol ainda não foi definido. Tudo vai depender do calendário, é difícil falar qualquer coisa nesse momento. Sabemos que iremos disputar três competições, a Série B1, a Copa Rio e o Brasileiro da Série D, mas não sabemos quando irão iniciar. A Série D é em Abril, mas sem definição da B1 e da Copa Rio, fica difícil se planejar, será um ano complicado, tem a Copa do Mundo e a gente ainda não tem o arbitral designado. A nossa ideia inicial é começar as nossas atividades em janeiro – disse Carlos.

O presidente do Americano procurou não considerar a temporada que está terminando como "terra arrasada". Apesar de não ter conquistado um título, o clube pôde voltar a uma competição nacional depois de quase dez anos, uma vez que o vice da Copa Rio o classificou para a Série D do Brasileiro. Carlos Abreu, por outro lado, admitiu que as frustrações de 2017 deixaram uma ferida aberta no torcedor alvinegro, além de ocasionar prejuízos ao clube:

– Disputamos duas competições e cumprimos 50% da nossa meta. Quando assumi a presidência, o objetivo era conseguir subir à Série A e dar visibilidade nacional ao clube. Sobre o planejamento econômico, que na verdade foi um "planilhamento", como sempre brinco, tivemos que segurar um pouco a reestruturação. A derrota para o Goytacaz e a perda do acesso gerou prejuízos em patrocínio e visibilidade. Chegamos perto, não conseguimos e aí fica o sentimento de frustração. Nessa hora, o torcedor e o potencial patrocinador se retraem e a gente tem que começar tudo de novo mais forte, esperando que em 2018 seja diferente.

Mesmo sem ter começado a treinar, o Americano já confirmou a manutenção de alguns jogadores para 2018, como Espinho, Rafinha e Abuda. Este último foi emprestado à Portuguesa, mas deve voltar ao clube campista para a Segundona, ainda sem data para começar.

Tags: Americano

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