Em 01/01/2019 às 09 h10

Matemática e histórico mostram pontuação para passar na Seletiva

Nas duas últimas edições, três clubes conseguiram o G-2 com dez pontos somados


Autor: Léo Pinheiro / Fotos: Bernardo Gleizer (NIFC), Bruninho Volotão

Apesar de ainda não termos chegado nem à terceira rodada da Seletiva, os times já estão há meses fazendo cálculos para chegar ao número ideal de pontos para conseguir avançar ao momento principal do Campeonato Carioca. A matemática e o histórico da competição apontam que com dez pontos, três clubes já conseguiram a classificação e que o número mágico para chegar à fase de grupos é 11 pontos - ou seja, três vitórias e dois empates.

Nas duas últimas edições, nenhum dos clubes, tanto em 2017 quanto em 2018, conseguiu chegar à marca de 11 pontos somados - desta maneira, ninguém passou pelo certame de maneira invicta. Portuguesa e Cabofriense, os dois "campeões" das últimas edições, encerraram o certame com o aproveitamento de 67% - ou seja, dez pontos somados (três vitórias, um empate e uma derrota), com o saldo de gols de zero e quatro positivo, respectivamente.

Importância do saldo de gols na classificação

O saldo de gols definiu diretamente a classificação nos dois anos de existência da Seletiva. Em 2017, a Portuguesa sobrou com um futebol mais pragmático e vitórias na contagem mínima - não à toa fez apenas cinco gols durante todo o certame. Porém o segundo colocado foi determinado pela contagem de tentos.

A equipe do Nova Iguaçu conseguiu a vaga no saldo de gols, quando empataria em todos os quesitos com a Cabofriense, em uma rodada final emocionante, resolvida somente aos 48 minutos do segundo tempo com um gol de falta de Paulo Henrique, que deixou a equipe com 11 gols prós - um a mais na somatória em relação ao time de Cabo Frio.

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Essa disputa, na rodada derradeira, aconteceu gol a gol, já que a Cabofriense goleou no seu jogo, curiosamente, a Portuguesa por 4 a 1, enquanto o time da Baixada Fluminense também aplicou um resultado por larga vantagem: 5 a 2 no Bonsucesso.

Dez pontos somados, mas decisão no saldo

Se no histórico pelo menos três times que chegaram aos dez pontos passaram, apenas um não conseguiu. O Goytacaz foi o que ficou de fora na temporada passada, com o critério de desempate sendo o fator decisivo para isso. Cabofriense, Macaé e Goytacaz terminaram a Seletiva passada com dez pontos e saldos diferentes.

Mais cômoda, a equipe de Cabo Frio até perdeu na última rodada, mas o saldo garantiu não só a classificação, mas também a primeira colocação com cinco gols positivos no quesito. Já o Macaé também passou por um tento a mais que o adversário, a exemplo do que tinha acontecido com o Nova Iguaçu no ano anterior. 

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O Goyta, na rodada final, venceu o Bonsucesso por 3 a 1 e pressionou nos minutos finais, mas a ausência do tento salvador que aconteceu para o Nova Iguaçu em 2017 o obrigou a jogar o Grupo X. O saldo apontou três a dois contra o time da cidade de Campos.

Confira as classificações finais anteriores e os números:

MATEMÁTICA DA SELETIVA (baseada nos anos anteriores)

- Pontuação mágica: 11 pontos (três vitórias e dois empates - nunca ninguém chegou ao número).
- Pontuação dos últimos líderes: 10 pontos (Portuguesa e Cabofriense).
- Pontuação dos segundos colocados: 9 pontos (média entre os desempenhos de Nova Iguaçu e Macaé - três vitórias ou duas vitórias e três empates).

CLASSIFICAÇÕES ANTERIORES

Seletiva 2017
1º) Portuguesa, 10 pontos;
2º) Nova Iguaçu, 8 (saldo: 4);
3º) Cabofriense, 8 (saldo: 3);
4º) Campos, 6;
5º) Tigres do Brasil, 5;
6º) Bonsucesso, 2.

Seletiva 2018
1º) Cabofriense, 10 pontos (saldo: 5);
2º) Macaé, 10 (saldo: 3);
3º) Goytacaz, 10 (saldo: 2);
4º) Bonsucesso, 6;
5º) America, 4;
6º) Resende, 2.

Tags: Seletiva

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