Confira a situação dos estádios da Série B do Carioca

Estádio Giulite Coutinho (Foto: Vitor Costa)

Giulite ainda não tem laudos, segundo FFERJ (Vitor Costa)

Apenas dois locais podem receber público no início da competição

Redação FutRio
Postado às 00:34 de 30/01/2014
Carioca Série B

Mesmo com o regulamento prevendo que os jogos da Série B do Campeonato Carioca não podem acontecer em estádios com portões fechados, apenas três estádios da Série B do Campeonato Carioca têm condição de receber público. Pelo menos era este o cenário até a manhã desta terça-feira (30). Los Larios, em Xerém, e Waldo Carneiro Xavier, em Santo Antônio de Pádua, são as únicas praças esportivas com todos os laudos exigidos pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ).

Mesmo assim, não é garantido que esses estádios possam receber torcedores até o fim da competição. Um dos laudos do Los Larios expira em março, enquanto dois do Waldo Carneiro Xavier perdem a validade logo depois da segunda rodada do primeiro turno. Faltam apenas nove dias para o começo da competição e outros estádios já se movimentam para que possam liberar seus próprios campos.

Os laudos liberatórios são da Vigilância Sanitária, Polícia Militar, proteção contra incêndios (LPCI) e vistoria de engenharia (LVE). Estádios como o Ary de Oliveira e Souza, do Goytacaz, e Jair Toscano, do Angra dos Reis, dependem apenas de um dos quatro laudos para começar o campeonato em casa. O Giulite Coutinho tem dois laudos vencidos e um terceiro expira em 25 de fevereiro. A Série B termina apenas no fim de junho.

Situação complicada vivem campos como a Rua Bariri, o Nivaldo Pereira e o Eustáquio Marques, que precisam correr atrás de todas as liberações. Por outro lado, o Clube Mauá, em que o São Gonçalo EC mandou seus jogos na última Terceirona do Rio, pode receber partidas caso o laudo da PM seja liberado. A situação técnica é, no momento, um pouco melhor que a do estádio em que o clube gonçalense já anunciou que mandará seus jogos, o Luso Brasileiro, que aguarda por dois laudos.

Confira abaixo a situação dos estádios da Série B, até esta quinta-feira (30):

Antônio Ferreira de Medeiros (Cardoso Moreira):
Capacidade oficial: 1.000 pessoas
Vigilância Sanitária: não há
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: não há
Vistoria de Engenharia: não há

Aryzão (Campos):
Capacidade oficial: 10.000 pessoas
Vigilância Sanitária: 15 de agosto
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 10 de abril
Vistoria de Engenharia: 5 dezembro

Carneirão (Quissamã):
Capacidade oficial: 3.000 pessoas
Vigilância Sanitária: não há
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 7 de junho
Vistoria de Engenharia: 31 de dezembro

Eustáquio Marques (Rio de Janeiro):
Capacidade oficial: 1.000 pessoas
Vigilância Sanitária: não há
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: não há
Vistoria de Engenharia: não há

Giulite Coutinho (Mesquita):
Capacidade oficial: 15.000 pessoas
Vigilância Sanitária: 25 de fevereiro
Polícia Militar: 14 de janeiro (expirado)
Proteção contra incêndios: 14 de janeiro (expirado)
Vistoria de Engenharia: 31 de dezembro

Godofredo Cruz (Campos):
Capacidade oficial: 12.300 pessoas
Vigilância Sanitária: 26 de fevereiro
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 14 de maio
Vistoria de Engenharia: 18 de setembro

Jair Toscano de Brito (Angra dos Reis):
Capacidade oficial: 5.000 pessoas
Vigilância Sanitária: 10 de fevereiro
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 26 de março
Vistoria de Engenharia: 14 de novembro

João Francisco (Rio de Janeiro):
Capacidade oficial: 3.000 pessoas
Vigilância Sanitária: não há
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: não há
Vistoria de Engenharia: não há

José Maria de Brito Barros (Mangaratiba):
Capacidade oficial: 1.000 pessoas
Vigilância Sanitária: 31 de dezembro
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: não há
Vistoria de Engenharia: 31 de dezembro

Leão do Sul (Barra Mansa):
Capacidade oficial: 800 pessoas
Vigilância Sanitária: 31 de dezembro
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 31 de dezembro
Vistoria de Engenharia: não há

Los Larios (Duque de Caxias):
Capacidade oficial: 8.000 pessoas
Vigilância Sanitária: 17 de setembro
Polícia Militar: 31 de dezembro
Proteção contra incêndios: 13 de março
Vistoria de Engenharia: 5 de dezembro

Lourival Gomes (Saquarema):
Capacidade oficial: 3.000 pessoas
Vigilância Sanitária: 27 de dezembro
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: não há
Vistoria de Engenharia: 31 de dezembro

Luso Brasileiro (Rio de Janeiro):
Capacidade oficial: 5.994 pessoas
Vigilância Sanitária: não há
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 26 de março
Vistoria de Engenharia: 1 de maio

Mauá (São Gonçalo):
Capacidade oficial: desconhecida
Vigilância Sanitária: 30 de abril
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 14 de julho
Vistoria de Engenharia: 10 de maio

Nivaldo Pereira (Nova Iguaçu):
Capacidade oficial: 1.000 pessoas
Vigilância Sanitária: não há
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: não há
Vistoria de Engenharia: não há

Rua Bariri (Rio de Janeiro):
Capacidade oficial: 8.300 pessoas
Vigilância Sanitária: não há
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 16 de janeiro (expirado)
Vistoria de Engenharia: não há

Sazinho (São João da Barra):
Capacidade oficial: 3.000 pessoas
Vigilância Sanitária: 3 de dezembro
Polícia Militar: não há
Proteção contra incêndios: 1 de março
Vistoria de Engenharia: não há

Waldo Carneiro Xavier (Santo Antônio de Pádua):
Capacidade oficial: 3.350 pessoas
Vigilância Sanitária: 14 de fevereiro
Polícia Militar: 19 de fevereiro
Proteção contra incêndios: 14 de fevereiro
Vistoria de Engenharia: 31 de dezembro